COIMBRA, CIDADE DE ACOLHIMENTO

O Governo Português mostrou a sua disponibilidade para acolher alguns dos prisioneiros, sem culpa formada, que estão na prisão militar americana de Guantánamo e que não podem voltar aos seus países.

 

Foi uma decisão saudada pela Amnistia Internacional, Reprive, Human Rights Watch, Centre for Constitutional Rights e Federação Internacional de Direitos Humanos que identificaram seis casos concretos de prisioneiros que manifestaram interesse em vir para Portugal.

 

Ontem os Estados Unidos da América pediram formalmente à União Europeia para receber detidos em Guantánamo sem culpa formada.

 

Hoje Coimbra devia manifestar ao Governo, concretamente ao Ministro dos Negócios Estrangeiros, a sua disponibilidade para acolher algum desses prisioneiros, obviamente, mediante condições adequadas a equacionar com o Governo, no contexto do processo global que irá ser desenvolvido.

 

O importante seria Coimbra manifestar-se, de imediato, como uma cidade aberta disposta a cooperar na solução deste problema, na perspectiva da defesa dos Direitos Humanos e fazendo jus aos seus pergaminhos de cidade tolerante e fraterna.

 

Era uma decisão que honraria Coimbra.

 

João Silva

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