Da Páscoa ficaram os padrinhos e os afilhados II

 A bíblia revela-nos os actos mais relevantes da vida de Jesus Cristo, embora com certeza tenha tido bastantes dilemas como qualquer ser humano, no sentido em que a procura da verdade é sempre algo de mais ou menos subjectivo. É aqui que entra a dimensão ética, esta dimensão que muitos lideres políticos esquecem nas suas práticas quotidianas e nas suas propaladas dimensões humanistas, apenas parecem chegar ás dimensões objectivas da prova criminal.

A ambição ética foi aquilo que por exemplo Carlos Encarnação não teve quando autorizou o arrendamento do antigo edifício dos CTT para instalação da A.I.R.C.. Esta falta no mínimo de ética tem duas dimensões:

Os recursos do Estado que são de todos nós, como tal devem ser geridos de forma parcimoniosa, para que isto aconteca é importante saber quanto valem as coisas, neste caso um imóvel com uma determinada dimensão, numa determinada área como seja o das freguesias urbanas de Santa cruz ou São Bartolomeu.

Por outro lado é indispensável a um Estado de bem que todo o cidadão ou pessoa colectiva possa ter acesso aos negócios estatais em pé de igualdade desde que tenha as suas contas com o estado regularizadas.

Para que estas duas condições se tivessem verificado no negócio do arrendamento do Edifico dos CTT era necessário que tivesse ocorrido um concurso publico, isto para que a busca da verdade pelo menos tivesse ocorrido.

O Presidente do município pode dizer que não houve enriquecimento ilícito da sua parte, neste momento também nada me leva a afirmar que houve, mas uma certeza eu tenho, não foram levados a cabo todos os procedimentos juridico-administrativos para que o contribuinte através do orçamento municipal pagasse o mínimo por um serviço. Pronto mas isto é tudo mais ou menos honesto.

Desonesto, desonesto são os senhores da policia judiciária, um dia receberem uma carta anónima com um conjunto de coincidências estranhas sobre a venda e arrendamento de um edifício publico, sobre as quais encontram provas de um crime que os obrigam a constituir arguidos, entre os quais o senhor presidente responsável máximo pelo negócio.

Os jornalistas outros desonestos, contam ao povo estes reles procedimentos e esta falta de ética e ainda são colocados na cruz.

O abuso do poder foi desde sempre um problema, já em Roma o mesmo se passava, aos não-romanos do império apenas lhe restava trabalhar e converter-se ao estoicismo na busca da felicidade, uma vez que a riqueza estava reservada apenas aos cidadãos romanos.

Se não fossem os tais desonestos inspectores e jornalistas, à larguíssima maioria dos conimbricenses da Praça 8 de Maio apenas lhe restava pagar a contribuição autárquica a água, taxa de resíduos sólidos e as contribuições do orçamento de estado para o orçamento municipal. Os usufrutos restringiam-se à recolha do lixo, com muito poucos ecopontos, estrada esburacadas agora tapados á pressa por causa das eleições, Jardins abandonados como é o caso do Jardim da Sereia e da casa de Chá, prometida há quase 8 anos, entre muitas outras promessas vãs.

A grande maioria dos conimbricenses são católicos e portugueses, mas Doutor Carlos Encarnação não nos condene ao estoicismo! Deixe que o desejo ocorra de forma voluntária, pois realmente há dinheiro que cheira muito mal!

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